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Mostrando postagens de novembro, 2025

A raposa e a cegonha

  A Raposa convidou a Cegonha para jantar e lhe serviu sopa em um prato raso. -Você não está gostando de minha sopa? - Perguntou, enquanto a cegonha bicava o líquido sem sucesso. - Como posso gostar? - A Cegonha respondeu, vendo a Raposa lamber a sopa que lhe pareceu deliciosa. Dias depois foi a vez da cegonha convidar a Raposa para comer na beira da Lagoa, serviu então a sopa num jarro largo embaixo e estreito em cima. - Hummmm, deliciosa! - Exclamou a Cegonha, enfiando o comprido bico pelo gargalo - Você não acha? A Raposa não achava nada nem podia achar, pois seu focinho não passava pelo gargalo estreito do jarro. Tentou mais uma ou duas vezes e se despediu de mau humor, achando que por algum motivo aquilo não era nada engraçado.

Pais joelho e pé se falam

  E ficava muito atento conversando com o pé (pois joelho e pé se falam).

A foca

  Quer ver a foca Ficar feliz? É pôr uma bola No seu nariz Quer ver a foca Bater palminha? É dar a ela Uma sardinha Quer ver a foca Comprar uma briga? É espetar ela Bem na barriga

Portas abertas

  Cê sabe que eu tentei te avisar Que ele não era o cara certo pra você Mas você não quis me escutar Agora você já consegue perceber Sempre eu ouvi falar Que o amor cega sem a gente perceber E agora como tudo vai ficar Tava escrito nas estrelas, cê não conseguia ler Ô-ô-ô-ô Ô-ô-ô-ô Eu sempre estive aqui Você nunca enxergou Mas cê sabe, pode vir Que a vontade não passou E o tempo que a gente perdeu Prometo te recompensar Que bom que cê se arrependeu Coração tá de portas abertas pra eu entrar Cê sabe que eu tentei te avisar Que ele não era o cara certo pra você Mas você não quis me escutar Agora você já consegue perceber Sempre eu ouvi falar Que o amor cega sem a gente perceber E agora como tudo vai ficar Tava escrito nas estrelas, cê não conseguia ler Ô-ô-ô-ô Ô-ô-ô-ô Eu sempre estive aqui Você nunca enxergou Mas cê sabe, pode vir Que a vontade não passou E o tempo que a gente perdeu Prometo te recompensar Que bom que cê se arrependeu Coração...

Jelsa - Amor impossível amor

  No Polo-Norte: -A que bom que vocês viram é tem razão eu não teria chamado vocês aqui se a coisa não fosse séria mesmo! O Breu esteve aqui , aqui no Polo! - O Breu o próprio aqui? - É uma areia negra cobriu todo o globo! - Pera como assim areia negra? - E depois uma sombra! -Espera você não disse que o Breu esteve aqui? -Bom não exatamente! - Não exatamente dá pra acreditar nisso? -Escutem ela está planejando uma coisa grande eu sinto isso aqui na pança! -Espera, espera você me chamou aqui faltando dois dias pra páscoa por causa da sua pança? Ô meu querido seu eu fizer isso com você antes do natal... - Não Coelhão a páscoa não é o natal! - A olha só ele Lorde eu não tenho tempo só faltam dois dias! E: -Sério tanto assim! -Fada! Não ve que estamos tendo uma discursão? -Desculpa mas ninguém tem a sorte de trabalhar uma noite por ano não é Sandy! A sem contenção! Então: -Qual é o problema a gente já cuidou do poder das trevas! Até que Sandy pega...

São Francisco

  Lá vai São Francisco  Pelo caminho  De pé descalço  Tão pobrezinho  Dormindo à noite  Junto ao moinho  Bebendo a água  Do ribeirinho.  Lá vai São Francisco  De pé no chão  Levando nada  No seu surrão  Dizendo ao vento  Bom dia, amigo  Dizendo ao fogo  Saúde, irmão.  Lá vai São Francisco  Pelo caminho  Levando ao colo  Jesuscristinho  Fazendo festa  No menininho  Contando histórias  Pros passarinhos.

Ilustações

  Ilustrações de Elifas mdereata para o disco” A Arca de Noé”

Natal

  De repente o sol raiou E o galo cocoricou: - Cristo nasceu!  O boi, no campo perdido  Soltou um longo mugido:  - Aonde? Aonde?  Com seu balido tremido  Ligeiro diz o cordeiro:  - Em Belém! Em Belém!  Eis senão quando, num zurro  Se ouve a risada do burro:  - Foi sim que eu estava lá!  E o papagaio que é gira  Pôs-se a falar: - É mentira!  Os bichos de pena, em bando  Reclamaram protestando.  O pombal todo arrulhava:  - Cruz credo! Cruz credo!  Brava  A arara a gritar começa:  - Mentira? Arara. Ora essa!  - Cristo nasceu! - canta o galo.  - Aonde? - pergunta o boi.  - Num estábulo! - o cavalo  Contente rincha onde foi.  Bale o cordeiro também:  - Em Belém! Mé! Em Belém  E os bichos todos pegaram  O papagaio caturra  E de raiva lhe aplicaram  Uma grandíssima surra .

Tá lá no real- Star ar oline –It is love

  Depois de um tempo conversando e tenteando entender o problema de Lucas: - Mas a Sany? - Ela é uma pé no saco isso sim! - Mas o que os outros tem haver com isso? - Nada. -Vamos resolver isso! -Como? -Eu sempre coloquei ela como vilã nas minhas paródias é a minha hora de consertar! -Mas... - Tá lá no real! - Tá programei para todos voltarem as suas vidas normais!

As verdades vivem e sofrem

  Importante e urgente como liberar criaturas humanas de prisões inúmeras é ir em socorro de verdades prisioneiras de sistemas de ideias que as retêm e asfixiam.

Eu fiz uma viagem

  Eu fiz uma viagem A qual foi pequeninha Eu sair dos Olhos d'água Fui até Alagoinha Agora colega veja Como carregado eu vinha Trazia minha nega E também minha filhinha Trazia o meu tatu-bola Filho do tatu-bolinha Trazia o meu facão Com todo o aço que tinha Vinte couros de boi manso Só no bocal da bainha Trazia uma capoeira Com quatrocentas galinhas Vinte sacos de feijão E trinta sacos de farinha Mas a sorte desandou Quando eu cheguei em Alagoinha Bexiga deu na nega Catapora na filhinha Morreu o meu tatu-bola Filho do tatu-bolinha Roubaram o meu facão Com todo o aço que tinha Vinte couros de boi manso Só no bocal da bainha Morreu minha capoeira Das quatrocentas galinhas Gorgulho deu no feijão, colega E deu mofo na farinha