Personagens:
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Três porquinhos caraterizados, podendo se utilizar máscaras de saco de
papel
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O homem
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O lobo, igualmente caracterizado
·
O narrador
Narrador: Era uma vez três porquinhos que se chamavam assim: Sabugo,
Salsicha e Linguicinha. Um dia, eles resolveram fazer uma casa para morar e
saíram pela estrada cantando assim:
(Os porquinhos dão estrada pela porta lateral cantando, e chegaram até o
palco, ainda cantando.)
Vamos fazer uma casinha
Muito alegre e bonitinha (Bis)
(No palco, desperram-se, ficando somente um porquinho.)
Narrador: O primeiro porquinho, Sabugo, não tinha andado muito quando
encontrou um homem que levava peixe de palhas.
(O homem passa pelo porquinho como quem se direge ao trabalho.)
Sabugo: Senhor, ó senhor!
Homem:
Chamou, porquinho?
Sabugo: O senhor podia me dar um pouco dessa paçlho pra eu fazer minha
casinha?
Homem: Pois não, porquinho. Está ás suas ordens.
Sabugo (Contente): Muito obrigado!
(O homem sai. O porquinho começa a construir a casa, dirigindo-se á
plateia, enquanto trabalha.)
Sabugo: Uma casa de palha vai ficar jóia! Vocês não acham meninos? Daqui
a pouco estará pronta e vou ter uma casa frasquinha para morar. Pronto!
Prontinha a casa. Viram que rapidez? Agora, vou entrar para descansar. Que bom!
Até logo, turma. Apareçam!
(Sai o porquinho, por trás da casa. Entra o lobo e dirige-se á platéia,
provocando a:
Lobo: Porquinho, ó porquinho! Deixe-me entrar aí!
Sabugo: Não e não! Juro pela minha barbicha, icha, icha, icha que você
não entrará aqui, não.
Lobo: Não? Então eu estufo, sopro e faço desmoronar essa casinha de
palha.
(O lobo estufa, sopra e derruba a casa. O porco sai correndo, atravessa
o auditório como lobo atrás. O porco se esconde entre as crianças, sai pela
porta principal e o lobo, na afobação, não o encontra, sai pela porta lateral
para facilitar a volta.)
Narrador: Os dois porquinhos, Salsicha e Linguicinha caminhavam pela
estrada, cantando assim:
Porquinhos:
Vamos fazer uma casinha
Muito alegre e bonitinha (Bis)
(Saem.)
Narrador: Salcicha não tinha andado muito encontrou um homem que levava
pedaços de madeira.
Salsicha: Senhor, ó senhor! O senhor poderia me dar ums pedaços para
fazer minha casinha?
Homem; Pois não, porquinho. Estão ás suas ordens.
(O homem sai. O porquinho começa a construção da casa, conversando com a
plateia)
Salsicha; Legal! Consegui uns pedaços de madeira de primeira. Vou fazer
uma casa bacana! Tenho aqui o martelo, pregos, serrote e mãos á obra!
(Pusa, o porco fingue que trabalha.)
Não está mesmo joinha? Apareça turma.
(Sai o porquinho entra o lobo.)
Lobo (cansado da corrida, desapontado):
Meninos, vocês viram um porquinho que passou correndo por aí? Onde
estava me porquinho? Ajudem-me a procurar. Vocês não querem me dizer, não é?
(Descobre a casa de madeira.)
Ah! Uma casa de madeira. Quem mora nesta cas? Ah! Meu nariz não me
engana. Aí mora porquinho, ó porquinho, deixe-me entrar aí.
Salsichinha: Não e não. Juro pela minha barbicha, icha, icha, icha que
você nãoentrará aqui não.
Lobo: Não? Então eu estufo, sopro e faço derrubar essa casa de madeira.
(O lobo sopra, derruba a casa e repete-se a cena do primeiro episódio.
Aparece o terceiro porquinho.)
Narrador;
Linguicinha ainda não achara um bom matrial para fazer sua casa. Lá
andando pela entrada quando encontrou um homem que levava um carrinho de
tijolos.
Linguicinha: Senhor, ó senhor! O senhor podia me arranjar uns tijolos
desses pra eu fazer minha casinha?
Homem; Pois não, porquinho. Estão ás suas ordens.
(O homem sai. O porquinho começa a construção as casa e conversa com a
plateia.)
Linguicinha: Que bom! Com esses tijolos faço uma casa forte, segura. Não
tem lobo que derrube. De que vou precisar? (O auditório talvez ajude.)
Cimento. Isso! Que mais! Areia, vamos lá.
(Finge estar construindo.)
Minha casa vai ter chaminé também.
Pronto! Não está mesmo uma beleza? Genial! Isto é que é casa. Quem vem
me fazer uma festa? Estou esperando você, viu, mas não venha todos de uma
vez...
(Sai o porquinho, aparece o lobo)
Lobo (Zangado): Mas, não é mesmo agora meu: O danado do porquinho
escapou. Tenho de achar um porquinho. Minha barriga está dando voltas de fome.
(Descobre a casa.)
Ah! Uma casa nova. Esse porquinho não me escapa.
Porquinho, ó porquinho, deixe-me entrar aí.
Porquinho: Não e não. Juro pela minha barbicha, icha, icha, icha que
você nãoentrará aqui não.
Lobo: Não? Então eu estufo, sopro e faço derrubar essa casa de tijolos.
(Sopra, estufa, porém não consegue derrubar a casa.)
Narrador: E o lobo soprou, estufou mas não conseguiu derrubar a casa de
tijolos. Então, o lobo teve uma ideia e disse ao porquinho:
Lobo: Porquinho, eu se um pomar onde tem uma macieria carrega deria de
maça gostosas. Vamos lá? Amanhã, bem cedinho, ás quatro horas da manhã, venho
busca-lo para irmos juntos. Até amanhã.
(Para a plateia) Esse está no papo! Há! Há! Há!
(Sai)
Narrador: No dia seguinte, Linguicinha acordou ás três horas, foi ao
pomar e quando estava em cima da macieira, avistou o lobo que vinha chegando.
Joguou-lhe uma maçã, o lobo foi correndo busca-la e enquanto isso, o
porquinho,”vamos para que te quero”, foi depressa para casa.
(Enquanto o narrador fal, no palco parece o porco, jogando a maçã para o
lobo que vem aproximando)
Narrador: E Linguicinha enganou o lobo.
Lobo(batendo na porta do porquinho): Porquinho, sei de um feira muito
divertida. Amanhã, bem cedinho ás cinco horas da manhã, venho busca-lo pra
irmos juntos. Até amanhã.( Para a plateia). Dessa vez ele vai ver! Vocês querem
apostar comigo como vou pegar esse porquinho? Há! Há! Há!...
(Sai.)
Narrador: No dia seguinte, Linguichnha acordou ás quatro horas, foi á
feira, divetiu-a bastante, comprou tudo que precisava, comprou uma batedeira de
manteiga e vinha voltando quando avistou o lobo. Enfiou-se lijoro na batedeira e
foi rolando, rolando.
O lobo tomou um susto!”Pernaa pra que te quero” e saiu numa disparada. O
porquinho voltou para a casa e estava sossegado quando lá vem o lobo.
Lobo: Porquinho, ó porquinho! Deixe-me entrar aí.
Linguicinha: Não e não! Juro pela minha barbicha, icha, icha ,icha que
você não entrará aqui, não.
Lobo: Porquinho, eu estou danado com você hoje vou lhe comer da qualquer
jeito.
Narrador: E subindo pela parede o lobo entrou pela chaminé. Mas o
porquinho havia posto um caldeirão da ágiua no fogo, a água estava fervendo....
Lobo: Socorro! Socorro!
Narrador hoje, o lobo, todo chamuscado corre por aí, fugindo do
porquinho. Linguicinha mandou convidar sabugo Salsincha para mararem em sua
casa e os três juntos, muitos felizes, cantaram porquinhos dançando).
Lá se foi o lobo bobo, lobo bobo, lobo bobo!
Lá se foi o lobo bobo, lobo bobo. Lobo bobo!
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